O consumo de alimentos industrializados, processados e ultraprocessados é comum entre diversas populações mundiais, principalmente em países que estão em desenvolvimento. Como consequência desse hábito alimentar, surge uma doença que se desenvolve de maneira silenciosa e pode ser fatal: esteatose hepática.
A doença consiste no acúmulo de gordura no fígado, elevando a produção de citocinas inflamatórias, que aumentam a oxidação local através dos radicais livres. Na doença, o fígado tende a ficar amarelado e pode aumentar de tamanho, caso a quantidade de gordura acumulada seja muito excessiva.
Quais funções desempenham o fígado?
O fígado é um órgão no qual o sangue entra em contato com as células que realizam a limpeza e a retirada do excesso de poluentes, ou de outras substâncias, que penetram o organismo. Além disso, o órgão desempenha outras funções, como a produção de proteínas sanguíneas, coagulação, triglicerídeos, colesterol e bile.
Como é o diagnóstico?
Quando diagnosticada precocemente, a gordura no fígado pode ser tratada através de uma completa mudança no estilo de vida. Através de exames de imagem, como tomografia, ressonância magnética ou ultrassonografia do abdômen, a esteatose hepática pode ser diagnosticada.
Quais são as comorbidades decorrentes?
Pessoas com esteatose hepática possuem risco duplicado de desenvolver doenças vasculares, cirrose hepática, diabetes melito, altos níveis de colesterol, triglicérides, hipertensão arterial e obesidade.
A cirurgia bariátrica é uma excelente alternativa no tratamento tanto da esteatose hepática, promovendo uma melhora de 90% da esteatose e beneficiando no tratamento das comorbidades associadas.
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